Arquivos da categoria: HISTÓRIA

ATIVIDADE: Cidadania e escravidão, quem é quem?

Um bom historiador (que é a atividade de vocês, já que estão fazendo um trabalho de história), deve fazer recortes temáticos históricos do passado para entender o presente. No nosso presente, dia-a-dia, existe conflitos que só podemos entender quando olhamos para sua construção histórica. Portanto, remonte as raízes da democracia e cidadania ateniense para refletir, questionar e criticar esse fato que foi noticiado no jornal Estadão na segunda-feira dessa semana, 26/05/2014.

ATIVIDADE: Cidadania e escravidão, quem é quem?

Um bom historiador (que é a atividade de vocês, já que estão fazendo um trabalho de história), deve fazer recortes temáticos históricos do passado para entender o presente. No nosso presente, dia-a-dia, existe conflitos que só podemos entender quando olhamos para sua construção histórica. Portanto, remonte as raízes da democracia e cidadania ateniense para refletir, questionar e criticar esse fato que foi noticiado no jornal Estadão na segunda-feira dessa semana, 26/05/2014.

ATIVIDADE: NAZIFASCISMO.

Analise o conteúdo e a critica presente no discurso de Charlie Chaplin em “O grande ditador” (filme). Identifique qual a crítica em seu discurso, qual o sentido humanitário e social do discurso

ATIVIDADE: NAZIFASCISMO.

Analise o conteúdo e a critica presente no discurso de Charlie Chaplin em “O grande ditador” (filme). Identifique qual a crítica em seu discurso, qual o sentido humanitário e social do discurso

Rachel Sheherazade e seu livro para “pessoas de bem”.

Como se não bastasse os falatórios incessantes, e as opiniões chulas baseadas em outras opiniões chulas de senso comum e de cunho religioso e conservador, nossa Querida (mas nem tanto) Rachel Sheherazade, publicará um livro, provavelmente no final desse ano, explorando outras formas de expor suas opiniões.

Rachel Sheherazade e seu livro para “pessoas de bem”.

Como se não bastasse os falatórios incessantes, e as opiniões chulas baseadas em outras opiniões chulas de senso comum e de cunho religioso e conservador, nossa Querida (mas nem tanto) Rachel Sheherazade, publicará um livro, provavelmente no final desse ano, explorando outras formas de expor suas opiniões.

ATIVIDADE: LUTERO -REFORMA PROTESTANTE.

Atividade proposta para o segundo ano do ensino médio.

LUTEROAnálise do filme “Lutero” (2003) com finalidade de elaborar um relatório do movimento histórico referente a Reforma Protestante e as transformações religiosas e sociais no período renascentista do século XVI.

1° passo: classificar e enumerar as divergênc

ATIVIDADE: LUTERO -REFORMA PROTESTANTE.

Atividade proposta para o segundo ano do ensino médio.

LUTEROAnálise do filme “Lutero” (2003) com finalidade de elaborar um relatório do movimento histórico referente a Reforma Protestante e as transformações religiosas e sociais no período renascentista do século XVI.

1° passo: classificar e enumerar as divergênc

RESENHA: FRANKENSTEIN OU O MODERNO PROMETEU (LIVRO E FILMES).

Frankenstein ou o Moderno Prometeu, é um romance de terror gótico inspirado no movimento romântico do século XVIII e XIX. Foi escrito entre 1816 e 1817 por Mary Shelley quando ainda tinha 19 anos de idade. Após o sucesso do livro, no século XX, com a popularidade do cinema mudo, em 1910 teve a sua primeira adaptação mal sucedida para a grande tela, produzida por Thomas Edson (empresário e cientista, “o da lâmpada”)

RESENHA: FRANKENSTEIN OU O MODERNO PROMETEU (LIVRO E FILMES).

Frankenstein ou o Moderno Prometeu, é um romance de terror gótico inspirado no movimento romântico do século XVIII e XIX. Foi escrito entre 1816 e 1817 por Mary Shelley quando ainda tinha 19 anos de idade. Após o sucesso do livro, no século XX, com a popularidade do cinema mudo, em 1910 teve a sua primeira adaptação mal sucedida para a grande tela, produzida por Thomas Edson (empresário e cientista, “o da lâmpada”)

SOBRE O SILÊNCIO DAS VOZES QUE GRITAM DENTRO DE NÓS.

“Renato Russo muitas vezes em suas letras cantou a confusão de sentimentos (…) desejou a liberdade de ‘ser’ “, “Cazuza provocador e subversivo por natureza”e “Chorão (…) cantou em suas músicas a esperança”.

Renato Russo, Cazuza e Chorão É incrível como ouvir às vozes que gritam silenciosamente dentro de nós pode ser ensurdecedor, por isso, dia após dia preferimos estar distraídos com belas companhias, com a TV, com músicas, com alguma atividade que não nos remeta à nossa própria companhia, parece insuportável olhar para dentro de si, reconhecer-se, autoanalisar-se

SOBRE O SILÊNCIO DAS VOZES QUE GRITAM DENTRO DE NÓS.

“Renato Russo muitas vezes em suas letras cantou a confusão de sentimentos (…) desejou a liberdade de ‘ser’ “, “Cazuza provocador e subversivo por natureza”e “Chorão (…) cantou em suas músicas a esperança”.

Renato Russo, Cazuza e Chorão É incrível como ouvir às vozes que gritam silenciosamente dentro de nós pode ser ensurdecedor, por isso, dia após dia preferimos estar distraídos com belas companhias, com a TV, com músicas, com alguma atividade que não nos remeta à nossa própria companhia, parece insuportável olhar para dentro de si, reconhecer-se, autoanalisar-se

Marcha Antifascista X Marcha Pela intervenção Militar.

Apenas uma análise sobre um assunto que, incrivelmente para a grande mídia rendeu menos que os “rolezinhos”, vale em outro momento uma reflexão sobre isso.
Vi de perto e acompanhei boa parte das duas marchas, e o que eu vi foram algumas cenas lamentáveis dos dois lados.
A primeira chamada de Marcha Antifascista teve momentos memoráveis, como quando o senador Eduardo Suplicy sobe ao carro de som e, entoa “Pra não dizer que não falei das flores”, música de Geraldo Vandré que se tornou um hino estudantil na luta contra a ditadura de 1964 (Geraldo Vandré que foi duramente torturado pelo regime militar).

Marcha Antifascista X Marcha Pela intervenção Militar.

Apenas uma análise sobre um assunto que, incrivelmente para a grande mídia rendeu menos que os “rolezinhos”, vale em outro momento uma reflexão sobre isso.
Vi de perto e acompanhei boa parte das duas marchas, e o que eu vi foram algumas cenas lamentáveis dos dois lados.
A primeira chamada de Marcha Antifascista teve momentos memoráveis, como quando o senador Eduardo Suplicy sobe ao carro de som e, entoa “Pra não dizer que não falei das flores”, música de Geraldo Vandré que se tornou um hino estudantil na luta contra a ditadura de 1964 (Geraldo Vandré que foi duramente torturado pelo regime militar).

MARCHA DA FAMÍLIA COM O DIABO.

Porém dessa vez, Deus manda avisar que não vai participar, disse que da ultima vez colocaram ele em uma furada e agora, como diz o nome, a MARCHA DA FAMÍLIA não tem Deus. O diabo por sua vez se manifestou e disse que, ao contrario de Deus que foi procurado nas marchas mas nunca foi encontrado, tem sua presença confirmada. Completa dizendo que nunca faltou e sempre esteve em linha de frente, sua presença sempre foi notada, e sempre fez toda diferença em todas as marchas. Por isso, diz o diabo, que já está na hora de reconhecerem seu valor e, assim como os torturados no período da ditadura, apoiarem-se no nome do diabo e não colocarem Deus nessa. Nas palavras do próprio “sempre me fizeram presente, e está será a MARCHA DA FAMÍLIA COM O DIABO!”, os que pedem a volta da ditadura.

MARCHA DA FAMÍLIA COM O DIABO.

Porém dessa vez, Deus manda avisar que não vai participar, disse que da ultima vez colocaram ele em uma furada e agora, como diz o nome, a MARCHA DA FAMÍLIA não tem Deus. O diabo por sua vez se manifestou e disse que, ao contrario de Deus que foi procurado nas marchas mas nunca foi encontrado, tem sua presença confirmada. Completa dizendo que nunca faltou e sempre esteve em linha de frente, sua presença sempre foi notada, e sempre fez toda diferença em todas as marchas. Por isso, diz o diabo, que já está na hora de reconhecerem seu valor e, assim como os torturados no período da ditadura, apoiarem-se no nome do diabo e não colocarem Deus nessa. Nas palavras do próprio “sempre me fizeram presente, e está será a MARCHA DA FAMÍLIA COM O DIABO!”, os que pedem a volta da ditadura.

Relatório sobre a organização das manifestações de 2013.

O seguinte relatório tem como objetivo abordar as formas de organização oriundas das mobilizações de junho/2013 e a singularidade dos movimentos autônomos diante da luta contra o aumento da tarifa, impulsionada principalmente pelo Movimento Passe Livre (MPL)

Relatório sobre a organização das manifestações de 2013.

O seguinte relatório tem como objetivo abordar as formas de organização oriundas das mobilizações de junho/2013 e a singularidade dos movimentos autônomos diante da luta contra o aumento da tarifa, impulsionada principalmente pelo Movimento Passe Livre (MPL)

A PERFORMANCE E A ESTÉTICA DAS MANIFESTAÇÕES DE JUNHO DE 2013.

Abordarei nesta parte do relatório a questão da organização enquanto performance e estética das manifestações de junho de 2013. Visto sua singularidade enquanto formação política horizontalizada e autônoma.

A PERFORMANCE E A ESTÉTICA DAS MANIFESTAÇÕES DE JUNHO DE 2013.

Abordarei nesta parte do relatório a questão da organização enquanto performance e estética das manifestações de junho de 2013. Visto sua singularidade enquanto formação política horizontalizada e autônoma.

Proposta de atividade para o nono ano (8° Serie) do ensino fundamental “História”

QUESTÕES PROPOSTA PARA O 9° ANO (8°SERIE) DO ENSINO FUNDAMENTAL DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA.

Proposta de atividade para o nono ano (8° Serie) do ensino fundamental “História”

QUESTÕES PROPOSTA PARA O 9° ANO (8°SERIE) DO ENSINO FUNDAMENTAL DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA.

Imagem e crítica filosófica no surrealismo.

Em 1924, André Breton, publica o Manifesto Surrealista. Ergue as bases para quebrar as barreiras entre o sonho e a vigília, aquilo que a razão descartara e fizera o homem ofuscado pelo clarão do dia. O manifesto une-os, sonho e vigília, naquilo que descreve como “realidade maravilhosa”.

Imagem e crítica filosófica no surrealismo.

Em 1924, André Breton, publica o Manifesto Surrealista. Ergue as bases para quebrar as barreiras entre o sonho e a vigília, aquilo que a razão descartara e fizera o homem ofuscado pelo clarão do dia. O manifesto une-os, sonho e vigília, naquilo que descreve como “realidade maravilhosa”.

Proposta de atividade para o aluno 8°série 9° ano. Movimentos de resistência afro-asiáticos.

– PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA O ALUNO.

– 8°série 9° ano.

– O Imperialismo e os Movimentos de resistência afro-asiáticos.
A Conferência de Bandung e o Imperialismo
Diferenças entre Colonialismo e Neocolonialismo.
Gandhi e o movimento de resistência ao Imperialismo britânico.
O Imperialismo britânico e a Revolta dos Cipaios.
Uma canção de resistência e redenção da África.

Proposta de atividade para o aluno 8°série 9° ano. Movimentos de resistência afro-asiáticos.

– PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA O ALUNO.

– 8°série 9° ano.

– O Imperialismo e os Movimentos de resistência afro-asiáticos.
A Conferência de Bandung e o Imperialismo
Diferenças entre Colonialismo e Neocolonialismo.
Gandhi e o movimento de resistência ao Imperialismo britânico.
O Imperialismo britânico e a Revolta dos Cipaios.
Uma canção de resistência e redenção da África.

Gandhi e o movimento de resistência ao Imperialismo britânico.

No início do século XX, com a Índia, outra vez, sufocada pelo Imperialismo britânico. Mahatma Gandhi (1869 – 1948), no qual Mahatma significa “A Grande Alma”, após retornar a Índia em 1914.

Gandhi e o movimento de resistência ao Imperialismo britânico.

No início do século XX, com a Índia, outra vez, sufocada pelo Imperialismo britânico. Mahatma Gandhi (1869 – 1948), no qual Mahatma significa “A Grande Alma”, após retornar a Índia em 1914.

O Imperialismo britânico e a Revolta dos Cipaios.

Por muito tempo o sentimento de revolta se acumulou no peito dos colonizados. Em 1857 os soldados indianos, Cipaios (do híndi shipahi, “soldado”), recrutados pelos britânicos para defender a exploração comercial na Índia, dão início a pequenas sabotagens como incêndio

O Imperialismo britânico e a Revolta dos Cipaios.

Por muito tempo o sentimento de revolta se acumulou no peito dos colonizados. Em 1857 os soldados indianos, Cipaios (do híndi shipahi, “soldado”), recrutados pelos britânicos para defender a exploração comercial na Índia, dão início a pequenas sabotagens como incêndio

A Conferência de Bandung e o Imperialismo

Em abril de 1955 a necessidade de países do continente africano e asiático de libertarem-se das opressões impostas pelos Imperialistas, países que disputavam a supremacia e imposição política, econômica e cultural sobre os

A Conferência de Bandung e o Imperialismo

Em abril de 1955 a necessidade de países do continente africano e asiático de libertarem-se das opressões impostas pelos Imperialistas, países que disputavam a supremacia e imposição política, econômica e cultural sobre os

Uma canção de resistência e redenção da África.

“Redemption Song” é uma canção escrita por Bob Marley em meado de 1979, quando já tinha sido diagnosticado o câncer que o levaria a morte. Secretamente em grande dor e a lidar com a sua mortalidade, uma característica que é evidente especialmente nesta canção, diz sua esposa, Rita Marley.

Uma canção de resistência e redenção da África.

“Redemption Song” é uma canção escrita por Bob Marley em meado de 1979, quando já tinha sido diagnosticado o câncer que o levaria a morte. Secretamente em grande dor e a lidar com a sua mortalidade, uma característica que é evidente especialmente nesta canção, diz sua esposa, Rita Marley.

Uma cítica à sociedade segundo George A. Romero.

Há algum tempo venho pensando em escrever algo sobre os filmes de G. A Romero. Seus filmes, além de assustadores e divertidos, são repletos de críticas e conceitos sociais. Um retrato da nossa sociedade contemporânea.

Uma cítica à sociedade segundo George A. Romero.

Há algum tempo venho pensando em escrever algo sobre os filmes de G. A Romero. Seus filmes, além de assustadores e divertidos, são repletos de críticas e conceitos sociais. Um retrato da nossa sociedade contemporânea.

Tempo circular e tempo linear: Influências religiosas.

Basicamente existem duas formas de pensar o tempo histórico: a perspectiva linear e a perspectiva cíclica.
A perspectiva linear é a que mais estamos habituados. É uma perspectiva predominantemente de culturas judaico-cristãs.

Tempo circular e tempo linear: Influências religiosas.

Basicamente existem duas formas de pensar o tempo histórico: a perspectiva linear e a perspectiva cíclica.
A perspectiva linear é a que mais estamos habituados. É uma perspectiva predominantemente de culturas judaico-cristãs.

Dadaísmo: “Manifesto do Sr. Antypirina” – “Manifesto dadá 1918”, fichamento.

Fichamento temático dividido entre três topicos diferentes: 1° A ESCRITA DE TZARA; 2°A RELAÇÃO COM: seu período histórico, guerra, arte burguesa e movimentos racionalistas; 3° O POSICIONAMENTO DADAISTA. Seguido de considerações finais.

Dadaísmo: “Manifesto do Sr. Antypirina” – “Manifesto dadá 1918”, fichamento.

Fichamento temático dividido entre três topicos diferentes: 1° A ESCRITA DE TZARA; 2°A RELAÇÃO COM: seu período histórico, guerra, arte burguesa e movimentos racionalistas; 3° O POSICIONAMENTO DADAISTA. Seguido de considerações finais.