NATUREZA E CULTURA: OS FENÔMENOS DA ALIENAÇÃO E A SOCIEDADE TECNOLÓGICA

UMA ANALISE SOBRE ÉTICA E POLÍTICA NA SOCIEDADE TECNOLÓGICA COM BASE NOS ESCRITOS DE ROUSSEAU E MARCUSE.

INTRODUÇÃO.herbert marcuse e J. J Rousseau

A sociedade contemporânea é fruto de um processo histórico que privilegiou a razão desde a fase inicial do sistema capitalista. Trouxe junto com a razão, uma interdependência entre o desenvolvimento científico, artístico e comercial. Um ciclo de reforço continuo onde um desenvolve o outro e estabelece uma dimensão social que se apresenta como alienante à reprodução material da existência humana. No século XX o desenvolvimento de formas tecnológicos na alienação e controle social tomam proporções quantitativas e qualitativas extensa. A ciência e a produção técnica aliada aos interesses político-econômicos, no seu auge, determinam a consciência e a dimensão do pensamento social.

Podemos começar nossa investigação partindo de uma reflexão que tem fundamento no principio pratico da nossa interação cotidiana com a sociedade: Qual deveria ser a proposta original das ciências e do desenvolvimento tecnológico? Não seria a de tornar a vida humana melhor e aliviar do homem o fardo da labuta incessante, lhe sobrando tempo livre para exercer suas potencialidades e reafirmar sua posição afetiva no mundo. No entanto quando nos detemos em investigar os processos históricos culminantes na sociedade contemporânea, não vemos exatamente o oposto? As tecnologias trabalhando em prol de um poder alienante e opressivo que tira o homem da consciência de si mesmo! O que aconteceu então, Ter-se-á a razão humana se perdido à medida que a buscávamos incessantemente? E em seu lugar ficou um vício irracional de racionalizar o mundo, as atividades sociais e produtivas?

Para melhor entendermos estes fenômenos, partiremos da compreensão da sociedade tecnológica atual, onde apoiados no filosofo Marcuse compreenderemos os processos históricos culminantes. E posteriormente resgatando na crítica rousseauniana os fundamentos da decadência moral e da perca da consciência do homem em sociedade.

O DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E A NATUREZA CAPITALISTA.

Marcuse viveu no período entre guerras e presenciou o fim a que os governos destinam seu desenvolvimento cientifico e a produção tecnológica. Um dos grandes pensadores do século XX a investigar o impacto das tecnologias nas relações sociais e produtivas. Em 1964 publica sua obra “O Homem Unidimensional” onde coloca em questão a sociedade tecnológica e os caminhos que trilham suas escolhas.

Dedicou sua vida a desvendar os processos históricos que levou a sociedade a uma dimensão onde a perspectiva da transcendência histórica é suprimida com o auxilio de uma nova mentalidade tecnológica cada vez mais a serviço da manutenção do status quo. Aponta na sociedade pós-revolução industrial do século XX, o período de dominação singular por conter em si a aderência do próprio dominado.

 Nessa sociedade tecnológica o desenvolvimento técnico-cientifico serve como aparato de contenção e coesão social, espalhasse do centro as extremidades, proporcionando possibilidades de consumo e certo tipo de elevação social, similaridades com o sistema socialista, abrange toda a sociedade e estabelece a ideologia da aceitação. O autor destaca que essa sociedade desenvolveu-se a um nível de sofisticação tão monumental que se especializou em conquistar o controle das massas não pela disseminação explicita do terror, mas pela implantação da necessidade e crença na tecnologia.

A IMPLANTAÇÃO DO SENTIMENTO DE COESÃO SOCIAL.

O desenvolvimento científico de novas técnicas de coerção social destina-se no sentido do todo, e cria uma realidade onde a fragmentação social e as diferentes culturas são anuladas, do centro a periferia, um sentimento de coesão é disseminado para que os indivíduos sintam-se cada vez mais confortáveis em obedecer. À medida que os interesses políticos se apropriam racionalmente da produção tecnológica e estendem essa produtividade para a vida e o cidadão comum – corrompem o próprio entendimento da realidade social. Por meio da propagação do sentimento de coesão, promovem uma sensação de uniformidade e possibilidades iguais.

pensamento unidimensional

Ainda que, tanto o rico quanto o pobre possam ver os mesmos programas de televisão, ou a mesma musica no radio, ou ainda assim, vestir roupas de qualidade semelhante. É-lhe expropriado o entendimento de uma realidade que vai além do consumo e de regras normativas e morais, dirigidas como verdades por um sistema coercivo e despótico que consomem seu domínio de forma afável. Como Marcuse disse:

 “As criaturas entram nessa fase já sendo de há muito receptáculos pré-condicionados; a diferença decisiva está no aplanamento do contraste (ou conflito) entre as necessidades dadas e as possíveis, entre as satisfeitas e as insatisfeitas. Aí, a chamada igualação das distinções de classe revela sua função ideológica” (MARCUSE, Herbert. A ideologia da sociedade industrial: o homem unidimensional. Tradução de Giasone Rebuá. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1973.p.20).

À medida que a possibilidade de consumo é alagada pela sociedade, motivado e possibilitado. A doutrinação social deixa de ser explicita, torna-se um estilo de vida, uma falsa consciência impedida de se reconhecer por si mesma e reforçada pelo sentimento de coesão na sociedade, portanto opera contra a transformação social, perpetuando a dominação e servindo a manutenção do status quo. Torna-se Uma visão única da sociedade, uma visão que Marcuse vai chamar de “unidimensional”, que ignora as contradições do sistema e rejeita a possibilidade de uma transformação social qualitativa e quantitativa. A oscilação entre os conflitos sociais positivos e negativos é suprimida. E a negação desse estilo de vida é impedida pela falta da compreensão do todo. “E esse contínuo confere aos modos de pensar positivos seu caráter conformista e ideológico; aos de pensar negativo, seu caráter especulativo e utópico”(Marcuse, p. 161)

A DOUTRINAÇÃO PELOS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO EM MASSA

Essa sociedade sofre certo tipo de lavagem cerebral por intermédio de doutrinação dos meios de informação, lhes é imposta a ideia de que ela própria é responsável por satisfazer suas necessidades socialmente implantadas. Nessa fase mais avançada do sistema, pouco importa o controle que o Estado possa ter dos meios de comunicação: radio TV etc. Os próprios detentores desse meio já estão demasiadamente condicionados a perpetuar a ideia de coesão e controle social e a sociedade desacostumada a pensar por si mesma.

Ilustrativo.

Ilustrativo.

A NATURALIZAÇÃO DO CAPITAL.

O autor destaca que a realidade das contradições sociais é suprimida pelo sentimento de um mundo estático que se apresenta como realidade natural e intransponível. O capital se mostra como um agente celular de uma verdade naturalizada. Todas as críticas a este sistema é visto como uma forma utópica de mobilizar a sociedade a uma transformação real. E a teoria da transcendência histórica é ofuscada por uma sensação de impotência, impossibilidade e conformidade com o sistema, tida como metafísica inatingível pelo homem e inaplicável pela aceitação da concepção naturalizada do capital. E o homem nada pode fazer além de aceitar essa sociedade como verdade única, intransponível e natural.

A sociedade unidimensional é mantida pela crença de que as novas técnicas sejam capazes de sustentar a sociedade e suas transformações qualitativamente. Essa premissa proporciona certo tipo de passividade coletiva e alimenta esperanças no imaginário social. Para manter a sociedade unidimensional presa a essa ideia é necessário associar a crença nas tecnologias, como promessa e esperança de um futuro melhor, com a presença do temor de forças externas a esse sistema. Sugerir que o perigo ronda a espreita e coloca em ameaça a realização da primeira premissa. Um terror psicológico que reforça a manutenção do status quo.

Ao passo que essa dimensão se mostra como aceitável e afável ao individuo a identidade com o real é subvertida, a e a liberdade se torna servidão e igualdade se torna o direito institucionalizado de todos servirem o capital, este universo se fecha em si mesmo auto validando suas proposições. Um pensamento unidimensional que sistematicamente propagado pelos elaboradores políticos se utilizando da tecnologia da comunicação em massa para promover a manutenção e perpetuar sua dominação.

A ALIENAÇÃO DO TRABALHO E DA LIBERDADE.

O trabalho, como atividade humana, destinado à manifestação de suas potencialidades e a construção de sua liberdade, de forma mais natural e solta, é justamente o que vai suprimi-la. Em seu lugar estabelecem-se novas bandeiras. Liberdades de pensamento, liberdade de palavra e liberdade de consciência, estas tomam caráter institucionalizado e anulam a essência do próprio conceito de liberdade humana, trocando-a por um tipo mais produtivo e racionalizado. Liberdade e necessidade tornam-se intrincados, não as necessidades naturais do homem, mas aquelas produzidas nessa sociedade. Falsas necessidades impostas por interesses sociais particulares que o impede de exercer livremente suas potencialidades enquanto ser transformador de sua realidade. “Então, o resultado é euforia na infelicidade. A maioria das necessidades comuns de descansar, distrair-se, comportar-se e consumir de acordo com os anúncios, amar e odiar o que os outros amam e odeiam, pertence a essa categoria de falsas necessidades.” (Marcuse, p26).

 Esse sistema perpetua o trabalho como forma agressiva à liberdade humana, forçando a subsistência de uma vida sedimentada às necessidades, labuta e satisfações supérfluas. Marcuse vai dizer que “A mais eficaz e resistente forma de guerra contra a liberdade é a implantação das necessidades materiais e intelectuais que perpetuam formas obsoletas da luta pela existência” (Marcuse, p. 26), uma liberdade dentro de um sistema totalitarista, técnico-econômico que propaga de forma controlada e não-terrorista necessidades socialmente implantadas. A presença de seu aparato produtivo é, por sua imposição, totalitária. Determina não só as oscilações sociais, mas também, as habilidades, a produção, as necessidades individuais e sociais. Dessa forma, o caráter de neutralidade da tecnologia perde-se ao tomar parte político. Torna-se onipresente e funde cultura, política e economia. A liberdade se torna uma promessa e a promessa, uma eficaz forma de dominação.

SOBRE AS VERDADEIRAS E AS FALSAS NECESSIDADES HUMANAS.

A questão sobre as necessidades humanas é tema recorrente também na filosofia de Rousseau. Para o filosofo, necessidades reais são as necessidades entre o homem e a natureza, as mais básicas onde o homem se reconhece e encontrasse em si mesmo. Quando a atenção humana se volta para a realização técnica e cientifica de forma cada vez mais sofisticada o homem deixa de olhar para si e desenvolve necessidades artificiais, esquece que as necessidades do espirito humano, no contexto da virtude e da moral, fundamentam a sociedade. Longe do homem natural, todas as necessidades não biológicas, são pré-condicionadas, formas de poder que servem interesses comuns e, portanto, necessidades historicamente desenvolvidas. Marcuse, sem duvida, vai concordar com essa premissa, porém. Ressalta que “sobre quais necessidades devam ser falsas ou verdadeiras só pode ser respondida pelos próprios indivíduos, mas apenas em última análise; isto é, se e quando eles estiverem livres para dar a sua própria resposta.” (Marcuse, pg. 27). Na sociedade tecnológica contemporânea os indivíduos estão cegos pelo pensamento unidimensional, incapacitados pelo sistema de tomarem decisões autônomas, adestrados por necessidades dadas e necessidades satisfeitas. Como se numa resposta a Rousseau, Marcuse diz que até seus extintos estão controlados, porquanto não saírem do pensamento unidimensional e experimentarem outras perspectivas, qualquer resposta dada não pode ser considerada sua.

Ilustrativo.

Ilustrativo.

A RACIONALIZAÇÃO DAS RELAÇÕES SOCIAIS.

O pressuposto na sociedade tecnológica é a racionalização dos meios produtivos e sociais. Toda a produção cientifica, tecnológica e econômica está vinculada com uma racionalidade política que se destina na obtenção do poder e controle social. Já no século XVIII o filosofo genebrino, Rousseau, coloca em exame toda a moral racionalizada da sociedade das luzes. Aponta uma interdependência entre o desenvolvimento cientifico as artes e o desenvolvimento de uma conduta comercial racionalizada que leva as relações sociais a um vicio de sutilezas que conduz a alienação da afetividade humana. Ou seja, uma deterioração na sociedade proveniente do discurso racional que abrange o comércio e o desenvolvimento de conhecimentos e tecnologias voltados a interesses particulares. O produto dessa sociedade é a rendição do pensamento, culmina, no século XX, na preservação da miséria e da desigualdade social, o mundo se esvazia, perde seu sentido e significação, o individuo desconhece a si mesmo e ignora suas reais necessidades, aceita a vontade alheia como se fosse sua própria, procura no consumo de objetos sua identidade. O espaço do espírito humano, onde ele se encontra e se reconhece, é invadido por uma consciência de reconhecimento em coisas. Não se reconhecendo, depende de coisas exteriores para se reafirmar no mundo como ser, e ao transferir-se para o objeto afirma-se como possuidor e como coisa.

“Da sociedade e do luxo que ela engendra, nascem as artes liberais e mecânicas, o comércio, as letras, e todas essas inutilidades que fazem florescer a indústria, enriquecem e perdem os Estados. A razão desse deperecimento é muito simples. É fácil ver que, pela sua natureza, a agricultura deve ser a menos lucrativa de todas as artes, porque, sendo o seu produto de uso mais indispensável para todos os homens, o preço deve estar proporcionado às faculdades dos mais pobres. Do mesmo princípio pode-se tirar a regra de que, em geral, as artes são lucrativas na razão inversa da sua utilidade, e de que as mais necessárias, finalmente, devem tornar-se as mais negligenciadas” (Jean-Jacques Rousseau, in ‘Discurso Sobre a Origem da Desigualdade 1755).

Para Marcuse, ao passo que a sociedade racionaliza o caminho mais rápido e eficiente para o crescimento do Estado burguês torna-se irracional por caminhar na direção oposta à civilidade humana. Na busca racionalizada do controle dos meios produtivos e a manutenção do pensamento unidimensional, constroem sua própria irracionalidade se debatendo com obstáculos criados por si mesmos levando a sociedade cada vez mais a um fechamento na natureza politica da auto destruição. Todo o seu produto torna-se destrutivo ao espírito da liberdade humana, e o homem torna-se irracional quando se submete as necessidades historicamente desenvolvidas de possuir incessantemente objetos.

O PRINCIPIO DA DECADÊNCIA MORAL.

 O pensamento rousseauniano encontrasse na esfera da investigação política e ética, no qual ele discute a relação do progresso humano com as ciências e as artes. Em toda sua obra fica evidente um posicionamento crítico negativo quanto a introdução das ciências e as artes no desenvolvimento humano. Assim como Marcuse, aponta uma decadência moral na sociedade tecnológica e um desvio dos propósitos humanos. Roussou questiona o desenvolvimento das ciências e das artes e vai dizer que estes se desenvolveram em sociedades decadentes e enfraquecidas moralmente, artefatos que desviam a virtude humana, pois são feitos com o intuito de arrancar aplausos, elogios e toda uma troca de vaidades. Um “amor próprio” que desvia o homem do caminho de sua natureza, enxergando apenas a si mesmo e suas realizações, como se fosse receptáculo de toda admiração da sociedade, e o coloca em desvarios e cominhos viciosos. Oposto ao “amor de si mesmo” que enxerga no próximo uma extensão do seu “EU”, sua consciência individual não conflitante com a consciência social.

“O amor de si mesmo é um sentimento natural que leva todo o animal a velar pela sua própria conservação, e que, dirigido no homem pela razão e modificado pela piedade, produz a humanidade e a virtude. O amor-próprio é apenas um sentimento relativo, factício e nascido na sociedade, que leva cada indivíduo a fazer mais caso de si do que de qualquer outro, que inspira aos homens todos os males que se fazem mutuamente,” (Jean-Jacques Rousseau, in ‘Discurso Sobre a Origem da Desigualdade, 1755).

Portanto o homem que não está corrompido tem o “amor de si mesmo”, reconhece sua individualidade como uma extensão social e não necessita encontrar-se em objetos exteriores a si e sua natureza social.

 Acusa que à medida que a sociedade se entrega ao luxo, vaidade e ociosidade, priorizando seu prazer individual em detrimento as necessidades da sociedade, este se entrega a corrupção e sutilezas de costumes cada vez mais pensados para se aproximarem na aparência de virtudes, pessoas ociosas que comprometem a moralidade e a virtude. E ate então todo o desenvolvimento cientifico serviu apenas para corromper a sociedade ao invés de aperfeiçoa-la.

A medida que o desenvolvimento técnico-cientifico toma a sociedade, esta passa a ser aparência, perde-se em meio ao luxo, ostentação e valores supérfluos. Exatamente o que Marcuse aponta em nossa sociedade, a realidade subverte-se e a consciência falsa torna-se –para quem a possui- consciência verdadeira. O projeto de transformação da sociedade torna-se um meio material para sua dominação, engloba toda a esfera da cultura intelectual e material, ciência, cultura, política e economia se fundem e a promessa do progresso é contida e solta controladamente para manter a dominação e coerção social. Os costumes morais se dissolvem na sociedade e o homem submete-se aquilo que Rousseau chamou de polidez de costumes, sutilezas nos tratos sociais que criam formas de atingir interesses pessoais.

“Hoje, que pesquisas mais sutis e um gosto mais fino reduziram a arte de agraciar a princípios, reina nos costumes uma vil e enganadora uniformidade, parecendo que todos os espíritos foram atirados num mesmo molde: a polidez sempre exige, o decoro ordena; sem cessar, todos seguem os usos, jamais o seu próprio gênio.” (ROUSSEAU, J. J. Discurso sobre as ciências e as artes1749)

Conforme Rousseau, a concepção de progresso representa um desvio da satisfação humana e a realização da felicidade. O homem mede seu progresso comparando-se em sociedade, portanto, deseja sempre alcançar lugares cada vez mais altos e postos distintos. Esse pensamento a nível social cria um governo de diferenciação extremamente hierárquico que da a possibilidade de alguns prosperarem enquanto que grande maioria é impelida para baixo criando uma pobreza imposta. Esse pensamento num sistema mais sofisticado como o nosso, cria não só as desigualdades sociais, mas também, alimenta a sociedade com uma ilusão de possibilidades iguais.

“A vida como um fim é qualitativamente diferente da vida como um meio.” (Marcuse).

Douglas G. Fernandes – UNIFESP

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REFERÊNCIAS:

MARCUSE, Herbert. A ideologia da sociedade industrial: o homem unidimensional. Tradução de Giasone Rebuá. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1973.

ROUSSEAU, J. J. Discurso sobre as ciências e as artes. Coleção os Pensadores.  2. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1978.

ROUSSEAU, J-J. Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens. Coleção Os Pensadores. 2 ed. São Paulo: Abril Cultural, 1978.

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Sobre Douglas G. Fernandes

Professor de História graduado pela UNIMESP e Filosofia graduando pela UNIFESP. Autor do Portal Alexandria.

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